sábado, 24 de agosto de 2013

LIÇÃO 8 – 3 Trim. 2013 – A SUPREMA ASPIRAÇÃO DO CRENTE.



Texto Áureo

“Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3. 14)

Verdade Prática

A maior aspiração do crente deve ser a conquista do prêmio da soberana vocação em Cristo Jesus.


INTRODUÇÃO

Estudaremos nesta lição:

  1. O Alvo do Apóstolo Paulo, ele almejava a ressurreição dos mortos e a glorificação em Cristo, para tanto reconhecia suas imperfeições, mas esperava por Cristo Jesus receber o prêmio da soberana vocação em Deus.
  2. O grau de maturidade espiritual dos crentes de Filipos, os reflexos desta maturidade na igreja de hoje, e o exemplo deixado pelo apóstolo Paulo.
  3. A verdadeira aspiração do crente na atualidade. Os fiéis devem almejar crescer no conhecimento de Cristo, rejeitando a farsa de uma vida cristã sem compromisso com o Evangelho de Cristo.

I – A ASPIRAÇÃO PAULINA

1. “Prossigo para o alvo”.

  •  O alvo do apóstolo Paulo é a ressurreição dos mortos. (Fp 3. 11)
  • Como um atleta de competição de alto nível, mantinha o foco em Jesus Cristo (Fp 3. 12-13);
  • Quando o crente não tem um alvo e ou não esta focado corre o risco de tropeçar, cair e até abandonar a fé.
  • Vigilância esta é a recomendação do apóstolo (Fp 3. 16, 17).
               
2. O sentimento de incompletude de Paulo.

  • Paulo sabia que ainda teria que trabalhar para chegar à sua meta;
  • A sua prisão era parte integrante deste treinamento, mesmo preso teria que avançar;
  • Paulo confiava plenamente no Senhor e assim venceu grandes lutas e foi fiel até o fim;
  • Para vencermos temos que olhar para frente e “esquecer das coisas que atrás ficam (Fp 3. 13).

3. O engano da presunção espiritual.

  • Paulo não se deixou levar pela ideia de haver alcançado a perfeição (Fp 3. 12);
  • Contudo ele refutou os falsos ensinos dos gnósticos;
  • Para o apóstolo a perfeição só seria alcançada com a ressurreição dos mortos no dia do Senhor;
  • O prêmio estaria no fim da jornada e não no inicio o no meio dela (1 Co 9. 24-27; Gl 6. 7, 9)

II – A MATURIDADE ESPIRITUAL DOS FILIPENSES (Fp 3. 15, 16)

1. Somos perfeitos (Fp 3. 15)?

  • O vocábulo “perfeito” no texto se refere a “maturidade espiritual”;
  • A perfeita obra redentora de Cristo, todos nós já alcançamos tal perfeição;
  • Com relação a nossa salvação ela é perfeita e completa;
  • “Perfeitos” apresenta-os servindo a Deus no Espírito, isto é, não confiando na carne (Fp 3. 3).

2. O cristão deve andar conforme a maturidade alcançada (Fp 3. 16)

  • “Andemos segundo a mesma regra”, não significa andar segundo os ensinos dos judaizantes;
  • E sim andar de acordo com a doutrina de Cristo, conforme aquilo que já recebemos do Senhor;
  • Demonstrado em modo de viver, atitudes, obras, comportamentos semelhantes aos praticados por Cristo;
  • Não basta “corremos” teremos que correr na direção certa, com um objetivo, e um propósito.
  • Devemos conhecer e obedecer aos preceitos da Palavra de Deus até o dia do Senhor (Fp 1. 6).

3. Exemplo a ser imitado.

  • Paulo tinha como padrão em seu ministério a Cristo, e assim servia a Igreja do Senhor (Fp 2. 17);
  • Deste modo possuía autoridade para dizer aos filipenses: “sede também meus imitadores” (Fp 3. 17);
  • Paulo um obreiro de caráter ilibado de conduta irrepreensível, um exemplo a ser seguido;
  • Precisamos seguir a Jesus o nosso modelo de homem perfeito (Hb 12. 2, 3).


III – A ASPIRAÇÃO CRISTÃ HOJE

1. A atualidade do desejo Paulino.

  • As dificuldade e tentações enfrentadas, por Paulo e pelos filipenses continuam atuais e bem maiores (2 Tm 3. 1-9);
  • Logo o que recomendou o apóstolo à Igreja de Filipos, é atual e serve para a Igreja hoje  (Fp 3. 17);
  • Devemos nos esforçar para vivermos uma vida de íntima comunhão com Deus (Fp 3. 15);

2. O cristão deve buscar a maturidade espiritual.

  • Reconheçamos, precisamos alcançar a perfeição (Cl 3. 1-4);
  • Sejamos, pois vigilantes e sóbrios, reconhecendo que somos carentes de maturidade espiritual;
  • E de maior conhecimento a respeito de Jesus Cristo Nosso Senhor (Fp 3. 8; Ef 4. 13; 2 Pe 3. 18);

3. Rejeitando a fantasia da falsa vida cristã.

  • Paulo sofria por amor a Cristo, sabia e era consciente das dificuldades de ser fiel a Deus;
  • Mas suportava todas as coisas em suas aflições por causa da obra de Deus (Fp 2. 17);
  • Aquele que hoje quiser servir fielmente a Cristo e a sua Igreja, deve saber que padecerá as mesmas aflições (2 Tm 3. 12);
  • Tendo um alvo, o “prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3. 14).

CONCLUSÃO

Paulo tinha um alvo: “A ressurreição dos mortos e a glorificação com Cristo” a buscando este alvo ele procurava a cada dia conhecer mais a Jesus Cristo, esta também precisa ser a verdadeira aspiração do crente na atualidade e que possamos dizer como o apóstolo: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2. 20).

                                                                                      





LIÇÃO 8 – 3 Trim. 2013 – A SUPREMA ASPIRAÇÃO DO CRENTE - COMENTÁRIO .

I A aspiração Paulina.

Paulo em Filipenses 3. 17, vai definir o seu alvo na vida cristã, que era a ressureição dos mortos, a saber, a glorificação com Cristo, por este processo entendemos que somente aqueles que permanecerem em Cristo sendo em tudo fiéis a Deus e servido ao Senhor alcançarão tal bênção, logo entendemos que para a glorificação com Cristo vamos ter dois grupos de pessoas distintas, aqueles  que foram fiéis e morrem em Cristo até momentos antes do arrebatamento da igreja, e aquele fieis vivos que serão arrebatados por ocasião do rapto da Igreja, e como o próprio Paulo escreveu aos tessalonicenses: “Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” (Ts 4. 13-18),
O apóstolo vai comparar a jornada do Cristão na terra, no seu compromisso de servir a Deus e a sua Igreja como a jornada de um atleta de competição em alto nível, a exemplo de um maratonista olímpico, tais pessoas se abstêm de muitas coisas, e fazem muitos sacrifícios, treina exaustivamente, para aperfeiçoamento de sua técnica buscando uma gloria passageira e corruptível vejamos o que o apóstolo escreveu: Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (Fp 3. 12-14), Paulo em sua comparação  atesta que é necessário aqueles que se propõe a uma vida crista digna da vocação que receberam de Deus por Cristo Jesus, buscarem a perfeição assim como um atleta procura com todo afinco a chegar na frente e sem coroado com o premio, e ovacionado pelo público, e nos ainda como mais propriedade uma vez que buscamos um premio incorruptível a ressurreição dos mortos e a perfeição plena pela volta de Cristo o nossa morada eterna com Ele. O atleta quando da sua preparação ele traça metas, e treina com dedicação para cumprir com todas as etapas de suas metas e assim estar pronto para dar o seu máximo na competição que vai lhe render maiores prêmios e sucesso e fama, e até usam competições de menor expressão como parte de seu treinamento para uma competição de maior envergadura, logo todo atleta de alto nível tem um alvo, isto é buscam um premio maior, que lhes consagrará como um atleta de ponta, para tanto ele e sua equipe técnica traça um alvo no qual aquele atleta estará empenhado e focado para alcança-lo, assim também entendemos a vida crista. Paulo tinha um alvo bem definido e estava focado nele: “Para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dentre os mortos.” (Fp 3. 11), o alvo era alcançar a vida eterna pelo conhecimento de Cristo, e redenção plena do corpo, para tanto era necessário deixar para traz as coisas do passado da sua antiga religião o Judaísmo, tradições que por muito tempo ele as teve como um grande ganho para a salvação e conduta de um religioso e cumpridor da lei: “Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu; Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível.” (Fp 3. 5-6), mas que ao encontra-se com Cristo no caminho de Damasco, e o conhece-lo e ser feito um pregador do Cristianismo, e um sofredor pela obra do Evangelho de Cristo, agora renuncia a todas esta coisas e até as tem como coisas irrelevantes “esterco” (Fp 3. 7, 8), para agora ganhar o premio da soberana vocação por Cristo Jesus, a saber a ressurreição do mortos e a glorificação no dia de Cristo. Já para o cristão hoje se faz necessário manter o mesmo foco o mesmo alvo, pois se o cristão desta dispensação não tiver um foco, não olhar firmemente para o “Alvo”, corre serio risco de se perder, tropeçar, cair e até abandonar a fé. Mas o próprio apóstolo nos recomenda, respaldado nos magníficos ensinos de Cristo, a vigilância para não perdermos o alvo, e mantermos o foco, na nossa vitoriosa e gloriosa jornada cristã aqui na terra (Fp 3. 17; Mt 25. 13; Mc 13. 35; Lc 21. 36 ).

II A Maturidade Espiritual dos Filipenses (Fp 3. 15, 16)

A salvação em Cristo garante ao homem a perfeição, isto é o perdão dos pecados e a redenção de pecador pelo sacrifício substitutivo de Cristo no calvário, este é um sacrifício perfeito e suficiente para retirar do homem o pecado e o tornar perfeito para Deus, logo temos uma salvação perfeita conquistada por Cristo na cruz é a obra redentora de Cristo, todos nós já alcançamos tal perfeição, com relação a nossa salvação ela é perfeita e completa, por conta disto o apóstolo vai tratar os filipenses de “Perfeitos” e apresenta-os servindo a Deus no Espírito, isto é, não confiando na carne:  Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne. (Fp 3. 3). Sendo assim o cristão deve andar conforme a maturidade alcançada (Fp 3. 16) “Andemos segundo a mesma regra”, isto não significa andar segundo os ensinos dos judaizantes, mas sim andar de acordo com a doutrina de Cristo, conforme aquilo que já recebemos do Senhor. Maturidade cristã demonstrada em modo de viver, atitudes, obras e comportamentos semelhantes aos praticados por Cristo sendo não apenas ouvinte da palavra de Deus, mas servos do Senhor Deus e seus fiéis seguidores em uma vida de fé e prática cristã irrepreensível. Não basta “corremos” teremos que correr na direção certa, com um objetivo, e um propósito. Devemos conhecer e obedecer aos preceitos da Palavra de Deus até o dia do Senhor: “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo;(Fp 1. 6). Paulo tinha como padrão em seu ministério o servir a Cristo e pondo-se assim como um exemplo a ser seguido não só pelos crentes em Filipos, mas para a Igreja em todas as épocas: “Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam. Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo” (Fp 3. 17, 18) e assim servia a Igreja do Senhor “E, ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regozijo com todos vós.(Fp 2. 17); Deste modo possuía autoridade para dizer aos filipenses: “sede também meus imitadores” (Fp 3. 17). Paulo era um obreiro de caráter ilibado de conduta irrepreensível, um exemplo a ser seguido. Além de temos a Paulo e os santos apóstolo como exemplo de fé e serviço prestado ao povo de Deus em todas as épocas, temos ainda um exemplo maior, Jesus Cristo autor e consumador de nossa fé,  precisamos segui-lo como o nosso modelo de homem perfeito “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos.” (Hb 12. 2, 3).

III – A aspiração cristã hoje.

Na nossa jornada cristã na atualidade, vamos passar por tentações e tribulações, e isto também foi a tônica no ministério e na vida da igreja nos dias de Paulo, mas sabemos pela palavra de Deus que para os nossos dias estão reservados lutas ainda maiores que naqueles dias: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências; Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade. E, como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé. Não irão, porém, avante; porque a todos será manifesto o seu desvario, como também o foi o daqueles. Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência, Perseguições e aflições tais quais me aconteceram em Antioquia, em Icônio, e em Listra; quantas perseguições sofri, e o Senhor de todas me livrou; E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.” (2 Tm 3. 1-12), diante de tal realidade o apóstolo exorta os filipenses a vigilância  e esta recomendação também é atua a igreja no século XXI, e entendemos que devemos nos esforçar para vivermos uma vida de íntima comunhão com Deus, e isto nos leva a maturidade cristã, isto é o crescimento na graça e no conhecimento de Cristo Jesus, o que nos leva a certeza da nossa salvação e a enfrentarmos as aflições desta vida sabedores de que estas fazem parte da nossa preparação espiritual para uma vida cada vez mais perto de Cristo,  (Fp 3. 15). Reconheçamos, pois que precisamos alcançar a perfeição (Cl 3. 1-4) e Sejamos, vigilantes e sóbrios, reconhecendo que somos carentes de maturidade espiritual e de maior conhecimento a respeito de Jesus Cristo Nosso Senhor (Fp 3. 8; Ef 4. 13; 2 Pe 3. 18).
Paulo sofria por amor a Cristo, sabia e era consciente das dificuldades de ser fiel a Deus, mas suportava todas as coisas em suas aflições por causa da obra de Deus (Fp 2. 17) Aquele que hoje quiser servir fielmente a Cristo e a sua Igreja, deve saber que padecerá as mesmas aflições (2 Tm 3. 12) tendo um alvo, o “prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3. 14).
 
CONCLUSÃO

Paulo tinha um alvo: “A ressurreição dos mortos e a glorificação com Cristo” a buscando este alvo ele procurava a cada dia conhecer mais a Jesus Cristo, esta também precisa ser a verdadeira aspiração do crente na atualidade e que possamos dizer como o apóstolo: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2. 20).

LIÇÃO 8 – 3 Trim. 2013 – A SUPREMA ASPIRAÇÃO DO CRENTE - EXERCÍCIOS

Nome:

Assinale verdadeiro ou falso:

1 O crente em sua jornada não precisa esforçar-se para conhecer a Cristo.
(  ) Verdadeiro                                                                    (   ) Falso

2 O vocábulo “perfeito” em Fp 3. 15 não faz uma referencia a maturidade cristã.
(  ) Verdadeiro                                                                    (   ) Falso

3 Jesus é o nosso modelo de homem perfeito.
(  ) Verdadeiro                                                                   (   ) Falso

4 O “andar segundo a mesma regra” de Fp 3. 16 significa caminhar segundo os rituais da lei de Moisés.
(  ) Verdadeiro                                                                    (   ) Falso

5 Conforme Fp 2. 17 Paulo suportava todas as aflições de sofrimentos por causa do evangelho de Cristo.
(  ) Verdadeiro                                                                    (   ) Falso

Responda:

6 Qual deve ser a maior aspiração do crente?


7 Faça um breve comentário sobre a verdadeira aspiração do crente hoje?



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sábado, 17 de agosto de 2013

LIÇÃO 7 – 3 Trim. 2013 – A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS.


Texto Áureo

“Resta, irmão meus, que vos regozijeis no Senhor” (Fp 3. 1a)

Verdade Prática

Para quem ama a Deus o mais importante é ter um coração renovado pela ação do Espírito Santo.


INTRODUÇÃO

Estudaremos nesta lição:

  1. A alegria no Senhor é a força motora que nos faz transpor as dificuldades e aflições deste tempo presente, nos garantindo felicidade, paz e quietude na alma.
  2. As advertências de Paulo contra os inimigos de nossa fé em Cristo, os quais com suas falsas doutrinas querem persuadir os fiéis a se afastarem da sã doutrina.
  3. A verdadeira circuncisão cristã, um ato espiritual, realizado pelo Espírito Santo, pela fé em Cristo Jesus que remove a nossa velha natureza e nos concede uma nova, em um processo interior, no coração do homem.
I – A ALEGRIA DO SENHOR

1. Regozijo espiritual

  • Paulo parece iniciar a conclusão de sua carta aos filipenses, mas tem algo importante a dizer aqueles crentes.
  • Resta, irmãos meus” ou ainda “Finalmente, irmãos meus”;
  • Regozijeis no Senhor”, a alegria do Senhor é a força que nos faz superar toda e qualquer adversidade (Ne 8. 10).
               
2. Exortação ao regozijo

  • A alegria do Senhor é produzida pelo Espírito Santo no interior do crente;
  • Alegria que independe das circunstâncias, é divina, e fortalece o crente frente às dificuldades;
  • Capacita e fortalece a igreja a suportar as adversidades;
  • Para Paulo um consolo divino na prisão, que produzia descanso e quietude para a sua alma.
3. Alegria em meio às preocupações e aflição

  • Pelos sofrimentos que passavam, Paulo percebia que os filipenses poderiam ser tomados pelo desanimo;
  • Paulo os exortou a alegrarem-se em Deus, pois a alegria do Senhor nos fortalece (Ne 8. 10);
  • Só seremos capazes de nos regozijarmos nas dificuldades, quando conhecemos a Deus e confiamos plenamente no Senhor e na Sua palavra;
  • À exemplo de Paulo e Silas quando presos em Filipos (At 16. 24, 25);
  • No Senhor Deus podemos sempre confiar, Regozijemo-nos sempre Nele (1 Ts 5. 16).
II – A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (Fp 3. 2-4)

1. “Guardai-vos dos cães”

  • A intransigência de Paulo para com os maus obreiros;
  • Os tais causavam muitos males à igreja, principalmente aos novos crentes;
  • Os judaizantes acreditavam e ensinavam que os gentios deviam cumprir todo o rito judaico para serem salvos.
  • Um fardo pesado e legalista que nem eles próprios podiam carregar (Gl 2. 14);
  • Paulo os trata por “cães” que tentavam devorar a fé deles na sua ausência.
  • Paulo os rechaça com veemência, e aconselha os filipenses a se resguardarem deles.

2. Guardai-vos dos maus obreiros.

  • Espalhavam falsos ensinos, e não preservavam a sã doutrina dos apóstolos;
  • Pregavam um falso evangelho, contaminado com os ritos judaicos (Gl 1. 8, 9);
  • Afirmavam que os gentios só seriam cristãos se seguissem a lei de Moisés e as tradições do Judaísmo;
  • Porém o concilio de Jerusalém já havia discutido e deliberado sobre tais questões (At 15. 1-20).
  • Faziam questão de discordar dos ensinos de Paulo, e impor à igreja gentia as práticas judaicas.

3. “Guardai-vos da circuncisão”.

  • Os maus obreiros queriam impor aos filipenses a prática da “circuncisão”;
  • Para eles a “circuncisão” tornava os gentios verdadeiramente cristãos;
  • Paulo ensina à verdadeira “circuncisão é aquela operada no coração, não da carne, mas sim vinda do Espírito Santo”;
  • Não a uma marca física no corpo apenas, mas uma marca no homem interior, um sinal de Cristo e de sua obra redentora, impressa pelo Espírito Santo.

III – A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ (Fp 3. 3).

1. A circuncisão no Antigo Testamento.

  • Circuncisão, um rito religioso, de caráter moral e espiritual, sinal físico na qual indicava que a pessoas pertenciam ao povo com o qual Deus tinha selado um pacto; (Gn 17. 1-14; 23-27)
  • Era também um sinal de obediência a Deus (Gn 17. 11; At 7. 8);
  • Os seguidores de Cristo não necessitam mais deste sinal para serem identificados como servos Dele;
  • A circuncisão do cristão é operada pelo Espírito Santo num procedimento interior e espiritual;
  • Uma intervenção realizada no coração, mediante a fé em Jesus Cristo (Rm 4. 9-11).
2. A verdadeira circuncisão não deixa marcas físicas.

  • A circuncisão em Cristo não é realizada por mãos humanas “no despojo do corpo da carne” (Cl 2. 11, 12);
  • Mas um ato realizado por Cristo que remove a velha natureza, carnal e corrompida, e nos concede uma nova vida espiritual e redimida (2 Co 5. 17-21);
  • É uma circuncisão no coração ( Rm 2. 17-29);

3. A verdadeira circuncisão não confia na carne (Fp 3. 3-7).

  • Os judaizantes confiavam mais na carne a na circuncisão, do que em Cristo;
  • Paulo apresenta suas credenciais de Judeu e seguidor da lei, e do judaísmo (Fp 3 5-7);
  • Porém enfatiza que ao encontra-se com Cristo, renunciou a tudo aquilo para servir e confiar apenas em Jesus Cristo o seu salvador e redentor (Fp 3. 7-10);
  • Nenhum rito religioso é capaz de salvar o homem, mas a fé em Cristo e a Sua graça são suficientes para salvar o perdido (Ef 2. 5-10; Rm 3. 20-26).

CONCLUSÃO

O confiar em Cristo nos garante alegria para enfrentar as aflições da vida, e a nossa felicidade tem base sólida na fé em Deus e não navega ao sabor dos ventos das circunstâncias desta vida: temos uma esperança! Paulo mostrou a importância dos rituais da lei para os judeus, mas nos ensina que a garantia da nossa salvação é a fé em Cristo Jesus, e o que deve mover o crente é o seu relacionamento com o Cristo ressuscitado.

                                                                





LIÇÃO 7 – 3 Trim. 2013 – A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS.

Estudaremos a partir de hoje o capítulo 3 da carta aos filipense, e vamos descobrir que o apóstolo continua com a sua preocupação pela intromissão dos falsos obreiros no meio da igreja dos filipenses, estes se aproveitavam da ausência do apóstolo que estava preso em Roma para disseminar seus falsos ensinos, tentando persuadir aqueles crente à se afastarem da fé em Cristo Jesus, que receberam pela pregação de Paulo, a prática de outro evangelho, e este misturado com as crenças e ritos do judaísmo, pelo que Paulo exorta a resistirem estes maus obreiros, e mesmo que eles venham a enfrentar adversidade e lutas, que eles mantivesse a alegria e o fervor no Senhor (Fp 3. 1), pois a alegria do Senhor é a nossa força conforme (Ne 8. 10).
O apóstolo parece iniciar a conclusão de sua carta aos crentes em Filipos “Resta” tem sentido conclusivo, “finalmente”, “sendo assim” ou “algo restante” , mas havia ainda algo importante que Paulo desejava ministrar aquela igreja, havia algo importante e necessário a ser dito dentro daquele escrito a Igreja do Senhor que estava em Filipos, e o apóstolo começa a discorrer sobre a alegria no Senhor “que vos regozijeis no Senhor”, uma vez que ele entendia que a alegria no Senhor não poderia de maneira nenhuma se afastar do meio daqueles crentes, sob pena deles sucumbirem pela adversidade e afiliações que haviam de enfrentar, porém fortalecido pela alegria que vem de Deus, “... a alegria do Senhor é a vossa força.” (Ne 8. 10) produzida pelo Espírito Santo no coração daqueles crentes, haveriam de enfrentar todas as adversidades. Para o apóstolo que se encontrava prisioneiro, esta alegria era um consolo, que produzia em seu interior e se refletia em suas atitudes e palavras, paz e quietude em sua alma, com autoridade para exortar os crentes de Filipos a se regozijarem no Senhor mesmo diante das lutas e dificuldades, tal como aconteceu com eles na própria cidade de Filipos (At 16. 24,25). Em Deus somos exortados a confiar e no regozijarmos sempre (I Ts 5. 16).
Depois de exortar os filipenses a manter a sua alegria no Senhor, Paulo vai insistir com aqueles crentes quanto ao cuidado como os falsos obreiros, e suas falsas doutrinas, não que ele não estivesse consciente de que os filipenses estavam se portando bem diante destes maus obreiros, porém Paulo entedia que os ataques destes eram violentos e avassaladores e que podia destruir a fé de alguns daqueles crentes. Não temos em toda a carta, nenhum indício de que algum crente tenha cedido aos falsos ensinos ou mesmo tenham aderido ao mau procedimento destes obreiros, mas que existia entre os cristãos de Filipos, pregadores e irmãos oriundos da comunidade judaica “os judaizantes” que infiltrados na igreja de Filipos ensinavam que: para os gentios se tornarem cristãos verdadeiramente, era necessário que estes seguissem a lei mosaica, e o pior, que abraçasse sem restrição todas as tradições judaicas. Paulo trata estes judaizantes como “cães” e “maus obreiros”, cães porque atacavam a sã doutrina pregada pelos apóstolos, com o objetivo de desqualificar a autoridade de Paulo perante aqueles irmãos, impondo sobre eles um fardo de legalismo, aqui tipificado pela circuncisão, fardo este tão pesado que eles próprios não podia carregar, estes eram judeus que se diziam convertidos ao cristianismo, porém tentavam lançar na mente dos gentios convertido a Cristo, o circuncidar-se, como parâmetro de vida para a fé cristã, e as tradições judaicas como uma necessidade àqueles que professavam a Cristo como salvador. Nesta preocupação o apostolo vai enfatizar por três vezes “Guardai-vos” seguido das expressões “dos cães”, “dos maus obreiros” e “da circuncisão, numa nítida preocupação de Paulo com a segurança e o bem estar espiritual dos seus filhos na fé, os crentes de Filipos. Ora, a circuncisão como prática a ser observada como regra de fé para os crentes gentios já havia sido discutida e deliberado por um concílio na Igreja de Jerusalém, é o chamado concílio de Jerusalém, de Atos 15, e ali os apóstolos reunidos depois de ouvirem os argumentos dos judaizantes de Jerusalém, que queriam impor a circuncisão como atestado de fé e conversão ao cristianismo aos gentios convertidos a Cristo, no que Tiago como representante dos apóstolos no concilio tomou a seguinte posição: “Por isso julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Deus Mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da fornicação, do que é sufocado e do sangue.” (At. 15. 19, 20), posição acatada e deliberada pelos demais representantes de igreja, como conduta a ser seguida pelos gentios novos convertidos, numa declaração nítida e suficiente de que a salvação é pala fé em Cristo Jesus independentemente das obra que possa ser praticada pelo homem. Os maus obreiros, porém, insistiam em disseminar tais ensinos entre o crente de Filipos, contrariando o ensinado por Paulo e tentando impor aos crentes gentios entre os filipenses as práticas e os costumes do judaísmos, em uma afronta direta ao ensino apostólico e ao evangelho da graça do Senhor Jesus Cristo.
Ao deparamos com os ensinos de Paulo aos filipenses a com a sua teologia impressa em suas cartas as igreja na Ásia Menor e na Macedónia, nos vem à reflexão. Qual a verdadeira circuncisão cristã? No Antigo Testamento vamos buscar o mandamento que instituía este procedimento cirúrgico entre o povo de Deus, Israel, a circuncisão era um rito religioso, de caráter moral e espiritual praticado a partir de Abrão de seus descendentes, que se constituía em cortar a pele que cobria o prepúcio (órgão sexual masculino) como sinal de obediência a Deus, estava destinado a todos da comunidade judaica e era um sinal físico de que a pessoa pertencia ao povo com o qual Deus havia selado um pacto (Gn 17. 1-27), tal procedimento era um tratado entre Deus e os filhos de Israel, a descendência de Abraão, porém os convertidos ao cristianismo entre os gentios, os seguidores de Cristo, a este não estavam imposta a circuncisão no “despojo do corpo da carne” (Cl 2. 11, 12), mais sim, uma circuncisão interior espiritual operada pelo Espírito Santo mediante a fé em Jesus Cristo no coração daqueles que o aceita como salvador e redentor de sua vida (Rm 4. 9-11), um ato espiritual que consiste da remoção da velha natureza debilitada e corrompida pelos pecado, e a implantação e uma nova natureza agora espiritual e redimida no sangue de Cristo vertido no calvário (2 Co 5. 17), uma circuncisão no coração (Rm 2. 29). Diante do exposto entendemos que a salvação é uma obra da graça de Deus, através da fé em Jesus Cristo, (Ef 2. 5-10; Rm 3. 20-26) e Paulo reafirma tal ideia ao apresentar suas credenciais de Judeu e praticante da lei e da religião judaica como o fervoroso discípulo, mas que ao encontra-se com o Senhor Jesus na estrada de Damasco e conhecer o seu Salvador, aquelas práticas que ele próprio as considerava com um grande ganho para a salvação, haviam de tornado no coisas desprezíveis (esterco) diante da transformação efetuada pelo Espirito Santo em sua vida (Fp 3. 7-10). Agora sim entendemos e podemos afirmar que: A salvação é somente pela fé que há em Cristo Jesus e que nenhum rito religioso, e ou obras de caridade que o homem possa fazer, lhe garante a salvação e o pagamento de seus pecados, e a vida eterna.
O confiar em Cristo nos garante alegria para enfrentar as aflições da vida, e a nossa felicidade tem base sólida na fé em Deus e não navega ao sabor dos ventos das circunstâncias desta vida: temos uma esperança! Paulo mostrou a importância dos rituais da lei para os judeus, mas nos ensina que a garantia da nossa salvação é a fé em Cristo Jesus, e o que deve mover o crente é o seu relacionamento com o Cristo ressuscitado.


LIÇÃO 7 – 3 Trim. 2013 – A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS - EXERCÍCIOS

Nome:


Assinale verdadeiro ou falso:

1 Paulo mesmo diante das adversidades exorta os crentes de Filipos a se alegrarem no Senhor.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

2 A alegria do Senhor não é produzida pelo Espírito Santo no coração do crente.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

3 Paulo não tratou os maus obreiros e judaizantes infiltrados na igreja dos filipenses por “cães”.
(  ) Verdadeiro                                                                 (   ) Falso

4 Os judaizante queriam impor aos gentios convertidos ao cristianismo na igreja de Filipos, a observância a lei de Moisés e das tradições judaicas.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

5 A circuncisão do cristão é espiritual e interior, operada pelo Espírito Santo, no coração do homem, mediante a fé em Jesus Cristo.
(  ) Verdadeiro                                                                  (   ) Falso

Responda:

6 De acordo com a lição escreva uma breve reflexão em 10 linhas sobre a verdadeira circuncisão cristã.


7 Conforme Atos 15 o que o concílio de Jerusalém havia deliberado com relação a leis judaica a ser seguido pelos gentios convertido ao cristianismo?



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